Urgência endodôntica em molar com coroa metálica.

Urgência endodôntica em molar com coroa metálica.

Urgência endodôntica em dente com coroa metálica

A decisão quanto à retirada ou manutenção de uma coroa metálica varia de acordo com a escolha e a experiência de cada profissional. Nesse caso, optamos pelo acesso pela prótese, oque facilita o isolamento e consequentemente o tratamento em si.

Caso conduzido pela aluna Marisa Yshii, do curso de especialização em endodontia da APCD Bragança Paulista.

Urgência endodôntica em molar com coroa metálica.

Urgência endodôntica In: Machado, Ricardo. Endodontia: Princípios Biológicos e Técnicos. Grupo GEN, Grupo GEN, 2022.

Pulpite irreversível


Caracteriza-se pela ocorrência de dor aguda e persistente (30 segundos ou mais) após estímulos térmicos, espontânea (não provocada) e/ou referida, podendo acentuar-se após mudanças posturais. O uso de analgésicos convencionais é ineficaz, e os fatores etiológicos comumente relacionados são fraturas, cáries ou restaurações extensas e profundas sem tratamento. Quando o paciente é incapaz de reconhecer o dente responsável pelo processo álgico e os dentes da região (incluindo os do arco oposto) também apresentam cáries ou restaurações extensas e profundas, o diagnóstico torna-se extremamente difícil.

Em determinados casos, pode-se observar completa ausência de sintomatologia clínica e os dentes respondem normalmente aos testes térmicos. Pode haver histórico de trauma e, clinicamente, observa-se cárie profunda, que, na maioria das vezes, resulta em exposição pulpar durante sua remoção, ausência de sintomatologia à percussão e à palpação, e, radiograficamente, os tecidos perirradiculares encontram-se inalterados.

O tratamento emergencial em casos de pulpite irreversível pauta-se, preferencialmente, na completa remoção do tecido pulpar. Caso o profissional não disponha de tempo suficiente ou exista outro fator que o impeça de proceder à completa instrumentação do(s) canal(is) radicular(es), deve-se realizar a pulpectomia parcial (extirpação da polpa dos terços cervical e médio) de todos os canais (preferencialmente) ou, pelo menos, do canal mais volumoso.

Pulpite irreversível
Caracteriza-se pela ocorrência de dor aguda e persistente (30 segundos ou mais) após estímulos térmicos, espontânea (não provocada) e/ou referida, podendo acentuar-se após mudanças posturais. O uso de analgésicos convencionais é ineficaz, e os fatores etiológicos comumente relacionados são fraturas, cáries ou restaurações extensas e profundas sem tratamento. Quando o paciente é incapaz de reconhecer o dente responsável pelo processo álgico e os dentes da região (incluindo os do arco oposto) também apresentam cáries ou restaurações extensas e profundas, o diagnóstico torna-se extremamente difícil.

Em determinados casos, pode-se observar completa ausência de sintomatologia clínica e os dentes respondem normalmente aos testes térmicos. Pode haver histórico de trauma e, clinicamente, observa-se cárie profunda, que, na maioria das vezes, resulta em exposição pulpar durante sua remoção, ausência de sintomatologia à percussão e à palpação, e, radiograficamente, os tecidos perirradiculares encontram-se inalterados.

O tratamento emergencial em casos de pulpite irreversível pauta-se, preferencialmente, na completa remoção do tecido pulpar. Caso o profissional não disponha de tempo suficiente ou exista outro fator que o impeça de proceder à completa instrumentação do(s) canal(is) radicular(es), deve-se realizar a pulpectomia parcial (extirpação da polpa dos terços cervical e médio) de todos os canais (preferencialmente) ou, pelo menos, do canal mais volumoso.

Urgência endodôntica

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